Teus lábios me deram a noticia
De mais um triste beijo
Desfalecido,perdido,sem gosto
Sem quero mais,sem desejo
Teus labios levaram-me pro teus olhos
Pra revelar o teu beijo
Olhando no fundo deles
Tanta angustia percebo
Pro lado olhas de novo
Teu rosto passeia no meu
Não olhas direto pra min
Não fala o que aconteceu
Não peço mais outra vez
O beijo que tu me deu
terça-feira, 30 de junho de 2009
Composição
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Não quero mais contar estrelas
Sumiu do ceu a constelação
Que todo dia me iluminava
Que me indicava a direção
E eu perdido olho pro nada
Como se fosse surgir dali
O meu conjunto de estrelas belas
Brilharam tanto,não esqueci
E cai a noite,não ligo muito
A lua é bela,mas não seduz
Mesmo tão clara,não me engana
Não é tão propria a sua luz
Reflete ela a luz do sol
Outra estrela,rainha do dia
Sem minhas estrelas,não me conformo
Pois foi-se embora minha alegria
E eu pergunto la pro meu Deus
Cade os astros que pendurou?
Que tanto olhava e admirava
Que me mostravam o meu amor
E se o espaço as engoliu?
Perdidas andam na imensidão?
Cade o brilho dos meus enfeites?
Desenho lindo,constelação
Responde a lua enciumada
"São tão pequenos esses pontinhos
Que tu vê nelas,que tanto olhas?
Enxerga em min o teu caminho"
Mas o bom vento me respondeu
Que algo assim aconteceu
Não por acaso,não de repente
Algo de errado se assucedeu
Minhas estrelas se explodiram
E o brilho intenso se acabou
Buraco negro viraram elas
Levando embora o meu amor
Uriálisson Matos Queiroz
Sumiu do ceu a constelação
Que todo dia me iluminava
Que me indicava a direção
E eu perdido olho pro nada
Como se fosse surgir dali
O meu conjunto de estrelas belas
Brilharam tanto,não esqueci
E cai a noite,não ligo muito
A lua é bela,mas não seduz
Mesmo tão clara,não me engana
Não é tão propria a sua luz
Reflete ela a luz do sol
Outra estrela,rainha do dia
Sem minhas estrelas,não me conformo
Pois foi-se embora minha alegria
E eu pergunto la pro meu Deus
Cade os astros que pendurou?
Que tanto olhava e admirava
Que me mostravam o meu amor
E se o espaço as engoliu?
Perdidas andam na imensidão?
Cade o brilho dos meus enfeites?
Desenho lindo,constelação
Responde a lua enciumada
"São tão pequenos esses pontinhos
Que tu vê nelas,que tanto olhas?
Enxerga em min o teu caminho"
Mas o bom vento me respondeu
Que algo assim aconteceu
Não por acaso,não de repente
Algo de errado se assucedeu
Minhas estrelas se explodiram
E o brilho intenso se acabou
Buraco negro viraram elas
Levando embora o meu amor
Uriálisson Matos Queiroz
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Sossego
Acordei.Tocava o som na maior altura .Levantei com a cabeça toda azuada,estourando.Não de dor de cabeça,mas meus sentidos pareciam aumentar e distorcer tudo.Queria silencio,ou ao menos um som que me deixasse ouvir minha cabeça.Aquela droga poluía tudo...fui fazer algo pra comer,algo que tinha sobrado do almoço,era só esquentar.Ate a comida parecia cheia daquele som,o volume distorcia o sabor dos grãos de arroz.Não falava nada,só respondia mecanicamente o que me perguntavam.Alguém fala uma brincadeirinha,dou um sorriso de leve e continuo comendo.
Queria paz,mas não uma paz de campos verdes imensos e céu azul limpo.Queria pegar a moto e acelerar ate o fim,meter numa pista sem nenhum quebra-mola,ou então passar de vez por todos,com a moto quase voando ao sair do chão.E sem capacete,sentir o vento bater na cara é bom demais,ouvir o ronco do motor e ver tudo passando como fosse lhe bater na cara.É perigoso.Andar sem capacete não é legal,mas hoje daria uma carona pro perigo,e quem teria medo não seria eu.
Tocou uma musica que prestasse.Queria agora tocar ela,com meus dedos soltando cada nota,como se escrevesse sem parar.Pegar um baixo e galopar meus dedos nas cordas grossas,ouvindo o som grave saindo sem parar,nota por nota sucessivamente,e sair com as pontas dos dedos esfoladas.Aquilo doí de tocar,meus dedos ainda tem de engrossar mais pra eu me acostumar.
Penso em sair de casa,ou então ficar fazendo qualquer coisa com meus amigos,que não ouvir aquela merda tocando.Mas não qualquer um,contava nos dedos quem merecia me acompanhar nas minhas horas de transtorno.Queria dar um abraço em cada um.Gosto de abraços,acho mais puro e intenso que as vezes dar aqueles dois beijinhos no rosto ou um aperto de mão mal apertado.Acho que por os dois peitos se encontrarem os corações parecem dialogar,trocar calor,ouvir o batimento um do outro.Trocam energia
Minha mente já se arrumava melhor agora.Também,depois de uma noite sem dormir nada, ficamos com o fluxo das coisas meio alterado,e o sono de pouco minutos que tive não ajudou muito a me arrumar.A bagunça de minha mente ao acordar era a bagunça da noite anterior ainda,que não tinha sumido,ficou la guardada em algum canto do cérebro e saíra agora pra me avisar que precisava dar um tempo pro meu corpo.Gosto de me colocar em situações de exaustão,fazer meu corpo ser alem do que ele pode,mas só com ele mesmo,e minha mente la mantendo o pique.Físico e mental se comunicam,saúde de um também é saúde de outro,infelizmente nos esquecemos disso e preferimos jogar fora os dois.Mas tenho que lembrar que não sou o homem de aço,e me desgasto como qualquer outro,tenho meus limites.Só os quero cada vez mais alem
Paro um pouco,decido descansar.O corpo já teve sua vez hoje,deixo pra viver agora nos sonhos.
A musica não incomoda mais,no fundo era eu que não digeria o ambiente.Tudo agora poderia ir pra qualquer canto,pois já estava no melhor lugar.Dentro de min,e dentro do mundo.
Queria paz,mas não uma paz de campos verdes imensos e céu azul limpo.Queria pegar a moto e acelerar ate o fim,meter numa pista sem nenhum quebra-mola,ou então passar de vez por todos,com a moto quase voando ao sair do chão.E sem capacete,sentir o vento bater na cara é bom demais,ouvir o ronco do motor e ver tudo passando como fosse lhe bater na cara.É perigoso.Andar sem capacete não é legal,mas hoje daria uma carona pro perigo,e quem teria medo não seria eu.
Tocou uma musica que prestasse.Queria agora tocar ela,com meus dedos soltando cada nota,como se escrevesse sem parar.Pegar um baixo e galopar meus dedos nas cordas grossas,ouvindo o som grave saindo sem parar,nota por nota sucessivamente,e sair com as pontas dos dedos esfoladas.Aquilo doí de tocar,meus dedos ainda tem de engrossar mais pra eu me acostumar.
Penso em sair de casa,ou então ficar fazendo qualquer coisa com meus amigos,que não ouvir aquela merda tocando.Mas não qualquer um,contava nos dedos quem merecia me acompanhar nas minhas horas de transtorno.Queria dar um abraço em cada um.Gosto de abraços,acho mais puro e intenso que as vezes dar aqueles dois beijinhos no rosto ou um aperto de mão mal apertado.Acho que por os dois peitos se encontrarem os corações parecem dialogar,trocar calor,ouvir o batimento um do outro.Trocam energia
Minha mente já se arrumava melhor agora.Também,depois de uma noite sem dormir nada, ficamos com o fluxo das coisas meio alterado,e o sono de pouco minutos que tive não ajudou muito a me arrumar.A bagunça de minha mente ao acordar era a bagunça da noite anterior ainda,que não tinha sumido,ficou la guardada em algum canto do cérebro e saíra agora pra me avisar que precisava dar um tempo pro meu corpo.Gosto de me colocar em situações de exaustão,fazer meu corpo ser alem do que ele pode,mas só com ele mesmo,e minha mente la mantendo o pique.Físico e mental se comunicam,saúde de um também é saúde de outro,infelizmente nos esquecemos disso e preferimos jogar fora os dois.Mas tenho que lembrar que não sou o homem de aço,e me desgasto como qualquer outro,tenho meus limites.Só os quero cada vez mais alem
Paro um pouco,decido descansar.O corpo já teve sua vez hoje,deixo pra viver agora nos sonhos.
A musica não incomoda mais,no fundo era eu que não digeria o ambiente.Tudo agora poderia ir pra qualquer canto,pois já estava no melhor lugar.Dentro de min,e dentro do mundo.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Anoitecer
Ja é meia noite...mas quando a noite sera inteira?A minha voz cansada me manda repousar,meus olhos pesados insistem em se abaixar,como se meu corpo sucumbisse ao cair da noite.Mas ela não cai,se levanta.Desperta depois que o sol da seu adeus ate o outro dia.A noite é densa,sua escuridão não é vazia,nossos olhos é que não se acostumam, vêem o medo onde encontramos o desconhecido, e com o tempo vamos nos achando nela, sem mesmo ter nos perdido.Tudo esta la,nada sumiu,mas agora com apenumbra vejo coisas mais alem do que quando estava iluminado.Será no escuro nossa salvação?
Tudo esta la,nada se mudou ...mas precisamos da lua pra nos guiar,precisamos contar as estrelas pra passar nosso tempo,as contando infinitamente para não pararmos no nada.E ligando uma a uma vamos dançando no ceu,fazendo dos nossos passos constelação.
E sinto os cheiros tão vivos,o ar me sugando pra fora,querendo me espalhar por todo o espaço.Meu corpo insiste em lutar com a noite.Ela me derruba...e me dou-o a ela como quem se joga no mar,fazendo dos sonhos minhas marés,indo e vindo,levando e trazendo as memórias que nem aconteceram ainda.
Faz frio,mas a noite não poderia ser quente,nós é que temos que nos aquecer.Ela é fria pra que joguemos pra fora nosso calor,pra que ela nos consuma.Ela é escura pra que manchemos o seu escuro com nossos olhos,estrelas caídas do céu.Ela é escura pra que nos sejamos luz.
Adormeço,e me levam as águas escuras.Vou flutuando no mar,refletindo o ceu,refletido no ceu.E se acaso me bate em algo,foi apenas uma estrela perdida.
Adormeço...mas so fui ali,dar um passeio
Uriálisson Matos Queiroz
Tudo esta la,nada se mudou ...mas precisamos da lua pra nos guiar,precisamos contar as estrelas pra passar nosso tempo,as contando infinitamente para não pararmos no nada.E ligando uma a uma vamos dançando no ceu,fazendo dos nossos passos constelação.
E sinto os cheiros tão vivos,o ar me sugando pra fora,querendo me espalhar por todo o espaço.Meu corpo insiste em lutar com a noite.Ela me derruba...e me dou-o a ela como quem se joga no mar,fazendo dos sonhos minhas marés,indo e vindo,levando e trazendo as memórias que nem aconteceram ainda.
Faz frio,mas a noite não poderia ser quente,nós é que temos que nos aquecer.Ela é fria pra que joguemos pra fora nosso calor,pra que ela nos consuma.Ela é escura pra que manchemos o seu escuro com nossos olhos,estrelas caídas do céu.Ela é escura pra que nos sejamos luz.
Adormeço,e me levam as águas escuras.Vou flutuando no mar,refletindo o ceu,refletido no ceu.E se acaso me bate em algo,foi apenas uma estrela perdida.
Adormeço...mas so fui ali,dar um passeio
Uriálisson Matos Queiroz
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Amores usados
Ah,se nossos amores usados,amores provados
Insistem se cruzar de novo
E ja não ligam em repetir os beijos,reacender desejos
E nossos amores confusos,se querem e se deixam
Por quantas estradas passemos,e tantas viajens fizemos
Sobrou ainda um gosto pra não esquecer
Ei,mas não se vá muito adiante,pois no final desse mesmo instante
Nos desfazemos pra depois juntar
Mas,como depois de ouvir ja tantos nãos
Nos insistimos em nos dar as mãos,e começar de novo outra vez
Sim,será o tempo senhor da razão,ou é apenas o grande vilão
Que precisamos pra nos acertar?
Mas nossos amores usados,velhos conhecidos
Que mesmo com o tempo se querem de novo
Insistem na tecla errada da vida
Ingnorando todas as razões
Não,naõ saberei qual foi dos nossos erros
Que retirou nos dois dos nossos peitos
So sei que é ruin me levantar tão so
Mas se tantas coisas nos levou a vida,porque então deixaremos querida
Levar alem nossos amores vãos
Uriálisson Matos Queiroz
Insistem se cruzar de novo
E ja não ligam em repetir os beijos,reacender desejos
E nossos amores confusos,se querem e se deixam
Por quantas estradas passemos,e tantas viajens fizemos
Sobrou ainda um gosto pra não esquecer
Ei,mas não se vá muito adiante,pois no final desse mesmo instante
Nos desfazemos pra depois juntar
Mas,como depois de ouvir ja tantos nãos
Nos insistimos em nos dar as mãos,e começar de novo outra vez
Sim,será o tempo senhor da razão,ou é apenas o grande vilão
Que precisamos pra nos acertar?
Mas nossos amores usados,velhos conhecidos
Que mesmo com o tempo se querem de novo
Insistem na tecla errada da vida
Ingnorando todas as razões
Não,naõ saberei qual foi dos nossos erros
Que retirou nos dois dos nossos peitos
So sei que é ruin me levantar tão so
Mas se tantas coisas nos levou a vida,porque então deixaremos querida
Levar alem nossos amores vãos
Uriálisson Matos Queiroz
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