segunda-feira, 15 de junho de 2009

Amores usados


Ah,se nossos amores usados,amores provados
Insistem se cruzar de novo
E ja não ligam em repetir os beijos,reacender desejos
E nossos amores confusos,se querem e se deixam
Por quantas estradas passemos,e tantas viajens fizemos
Sobrou ainda um gosto pra não esquecer
Ei,mas não se vá muito adiante,pois no final desse mesmo instante
Nos desfazemos pra depois juntar
Mas,como depois de ouvir ja tantos nãos
Nos insistimos em nos dar as mãos,e começar de novo outra vez
Sim,será o tempo senhor da razão,ou é apenas o grande vilão
Que precisamos pra nos acertar?
Mas nossos amores usados,velhos conhecidos
Que mesmo com o tempo se querem de novo
Insistem na tecla errada da vida
Ingnorando todas as razões
Não,naõ saberei qual foi dos nossos erros
Que retirou nos dois dos nossos peitos
So sei que é ruin me levantar tão so
Mas se tantas coisas nos levou a vida,porque então deixaremos querida
Levar alem nossos amores vãos

Uriálisson Matos Queiroz

4 comentários:

Alan Félix disse...

Gostei do texto, meu caro.
Tem uma dor suave da perda, e aquela esperança tácita que nos consome todo dia. Porém, existe outros sabores espalhado no ar. Apenas sinta o cheiro.

Bia Ferreira disse...

Às vezes leio certas coisas e sinto uma invejinha sabe? Invejinha de escritor, uma vontade de ter sido eu a escritora daquele texto de tanto que ele me completa, me traduz... Dessa vez senti vontade não só de ter escrito esse seu poeminha, mas de ter sido pra mim que vc escreveu... rssss
muito lindo!!!

Armen Takhtajan disse...

Essa que parece ser a lógica da vida. As vezes fere demais.

Faça um livro com seus posts. Que eu compro

Isabela disse...

Meu Deus, que lindo! Esse foi escrito com a dor, tenho certeza. é que tenho a impressão de que a dor nos torna muito produtivos e por causa dela existem os mais belos poemas, músicas e textos! Parabéns, Uri!