sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

F(L)ama


Olá,hoje dei bom dia
Mas nunca recebo um bom
Eu olho antes de atravessar
Mas todos olhares passam por cima de mim
Não quero nada nem colo algum
Apenas um chão pra chamar de meu
Apenas algo que não seja seu
Meu futuro é ditado em cenas que nunca vivi
Quem sabe quando morrer
Descubra que nunca existi
Do meu passado nada importa
Se apenas um erro derrubou todo meu castelo
Ou apenas eu que sei que tudo não é belo?
E o meu presente,prefiro nem abrir
A sua lente ja não é indiscreta
A minha vida ja não é mais secreta
E mesmo que eu feche,a porta sempre está aberta

Veja se não estou nas bancas
Meu sorriso falso vale qualquer tostão
E se eu minto ou falo a verdade,tanto faz
Não importa o que eu digo,eles apenas querem mais
Eles sempre querem mais
Vender a minha paz

5 comentários:

Alan Félix disse...

Gostei do poema, mas precisa mexer na estrutura.

Uriálisson disse...

rapaz,não quis mexer,so fui cuspindo mesmo. Sei lá,escrevi esse de forma toda largada mesmo

Anônimo disse...

Uma correçãozinha... é "mim", não "min" :)
Gosto muito do seu blog, visito sempre. Parabéns por escrever tão bem!

Uriálisson disse...

sempre na minha mente,vem min,com o "n",so depois que caio na real..valeu

Selê tiva disse...

Gostei imenso, poeta!